A hipersensibilidade alimentar e as respostas imunológicas
A Alergia alimentar está aumentando atualmente por causa de novos hábitos alimentares com menos nutrientes e pela grande mudança dos alimentos em questão das inovações tecnológicas, alterando a nutrição e a função de tal alimento. Normalmente, o sistema imunológico defende o corpo de substâncias possivelmente nocivas, como bactérias, vírus e toxinas, mas causa das alergias alimentares está relacionada à produção de um tipo de substância, chamada de anticorpos imunoglobulina E (IgE), que provoca alergias a um alimento específico. Considerando a quantidade de alimentos que o sistema gastrointestinal de um indivíduo recebe durante a vida, não é surpreendente que este material pode produzir uma reação adversa ou servir como veículos para agentes nocivos. A alergia alimentar geralmente começa na infância, mas pode ocorrer em qualquer idade. A eliminação dos alimentos responsáveis pela alergia tem sido recomendada como terapia convencional, como também um estudo se os alimentos nutricionalmente estão sendo implicados adequadamente. Temos 4 tipos de mecanismos imunológicos envolvidos na alergia às proteínas alimentares: Tipo 1- Reação anafilática ou de hipersensibilidade imediata: Esta reação é sinônimo de alergia. Envolve anticorpos reagínicos tipo IgE que têm a propriedade de se unir aos mastócitos e basófilos, constituindo o mecanismo essencial no desenvolvimento da anafilaxia. Os mastócitos estão distribuídos ao longo de todo o tubo gastrointestinal tanto dos indivíduos alérgicos quanto dos não alérgicos. A união dos anticorpos IgE aos mastócitos, quando feita pelos alérgenos apropriados, resulta na desgranulação e liberação de mediadores químicos pré-formados ou recém-formados (por exemplo: histamina, serotonina, prostaglandinas, etc.) Os órgãos afetados incluem primariamente a pele e mucosas, o sistema respiratório e o trato gastrointestinal. Assim, os sintomas deste distúrbio podem ser expressos