violencia e diversidade racial
Violência e diversidade racial
GÊIZA RODRIGUES
Utinga
MAIO/2013
GÊIZA RODRIGUES
Violência e diversidade racial
Trabalho apresentado ao Curso de Serviço Social da UNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para a disciplinas Ética, Politica e Sociedade; Antropologia; Formação Social, Política e Econômica do Brasil; FHTM do Serviço Social I.
Prof. Marcia Bastos, Giane Albiazzetti, Gleiton Lima e Rosane Malvezzi.
Universidade Norte do Paraná
Utinga-2013
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO
Desde que a violência e o crime se tornaram questão pública, nesta sociedade, são recente as imagens e representações, veiculadas pela mídia impressa e eletrônica e, mais recentemente, pela filmografia nacional, que associam ser jovem a ser violento. É como se houvesse uma espécie de aderência natural entre ambos os termos desta equação. Ser jovem aparece como uma ameaça, como uma espécie de radicalidade incontornável, um limite epistemológico à vida razoável.
Além de ser um constrangimento físico ou moral, a violência é um ato vergonhoso que acontece diariamente, em todos os lugares do Brasil e no mundo. Ninguém sai mais à rua seguro de que vai voltar ao seu lar, muitas pessoas morrem e deixam famílias em sofrimento, por causa de um assalto, uma bala perdida ou outra causa de violência.Pouca prioridade tem sido dada aos novos processos de geração de exclusão social, bem como à relação entre exclusão social e concentração de renda.
E onde entra os afros descentes? Aí é que tá a questão. Segundo dados produzidos pelo Governo Federal apresentado ao Conselho Nacional de Juventude – CONJUVE – sobre homicídios no Brasil, à informação dada é que: “Morrem por homicídio, proporcionalmente, mais jovens negros do que jovens brancos no país”. (disponível em: http://www.juventude.gov.br/conjuve/, acessado em 20/03/2013) Além disso, vem