Valter
Experimento para o cálculo da densidade de um corpo
Juscelene Coelho Petizero Dionízio CIEP 119 - Austin - Nova Iguaçu - RJ Mário Eduardo Gomes Fraga CE Heitor Lira - Rio de Janeiro - RJ
Rio de janeiro, outubro/ 2005
APRESENTAÇÃO DA PROPOSTA O principal objetivo do estudo da Hidrostática justifica-se porque ela aborda assuntos muito próximos do cotidiano do estudante e presta-se a realização de várias experiências muito simples. Embora a Hidrostática não possa ser considerada um tópico fundamental da Física, ela geralmente provoca interesse entre os estudantes e, então, acreditamos ser útil sua inclusão na programação dos cursos de Física do ensino médio. As leis da Hidrostática, de um modo geral, foram descobertas experimentalmente em época anterior ao estabelecimento das leis de Newton. Entretanto, após a estruturação das leis de Newton, verificou-se que os princípios da Hidrostática podem ser deduzidos a partir delas. Em outras palavras o princípio da Hidrostática pode ser considerado como uma aplicação das leis de Newton ao caso dos fluidos em equilíbrio e o empuxo é uma conseqüência da variação da pressão com a profundidade, conforme a fig. II (pág.4, Roteiro do Aluno). Normalmente, ao analisar o princípio de Arquimendes, a preocupação excessiva com o cálculo matemático do valor do empuxo e com as soluções de problemas numéricos envolvendo esse cálculo faz com que um aspecto conceitual importante desse estudo seja omitido. Trata-se da causa do empuxo, isto é, o fato de ele ser devido à variação da pressão com a profundidade. Em virtude dessa omissão, o empuxo se apresenta para os alunos como uma força de origem “misteriosa” porque não fica estabelecida uma relação entre um fato novo (o empuxo) e fatos já analisados