Vaca Louca - Cartilha
As partículas proteináceas infectantes (“Príon” proteinaceous infections particles) não possuem material genético (DNA ou RNA), multiplicam-se rapidamente e são capazes de converter moléculas de proteína em substâncias perigosas, simplesmente alterando sua estrutura espacial.
A notificação da EEB para a Organização Internacional de Saúde
Animal e Ministério da Agricultura,
Pecuária e Abastecimento (MAPA), pode ser feita através:
- Site: http://www.oie.int/es/sanidad-animal-en-el-
mundo/enfermedades-de-la-lista-de-la-oie-2011/
- e-mail: cgomc@agricultura.gov.br
A figura acima mostra a ação de um príon
"infeccioso" (PrPsc) e o príon
"normal" (PrPc).
O príon é o único agente que não estimula uma resposta imune detectável ou reação inflamatória no hospedeiro, como também é altamente resistente aos procedimentos convencionais de inativação.
Encefalopatia
Espongiforme
Bovina
EEB
Bovine Spongiform
Encephalopaty
BSE
Doença da Vaca Louca
MEDICINA VETERINÁRIA
UFPR Setor Palotina
DISCIPLINA PATOLOGIA ESPECIAL
ACADÊMICOS
Andrea Matias
Hedermy Tessari
Janine Iara G. Salles
Laura V. Z. Portela
Paola Andrielly Cardoso
Medicina Veterinária
UFPR Setor Palotina
2013
Encefalopatia Espongiforme
Bovina - EEB
A encefalopatia espongiforme bovina é uma doença infecciosa e degenerativa que afeta o sistema nervoso central (SNC) de bovinos. progressiva e fatal. É também conhecida como
"doença da vaca louca", apesar de afetar os animais, independente do sexo.
A doença surgiu na década de 80 na
Inglaterra e seu agente patogênico é uma proteína, presente em vários tipos de células, incluindo músculo e linfócitos, tendo preferência pelo
SNC, chamada príon. É transmissível ao homem, causando uma doença semelhante, a nova variante da Doença de Creutzfeldt-Jakob, abreviadamente vCJD. No Brasil não foi registrado nenhum caso.
Essa doença não possui tratamento, por isso os animais devem ser abatidos, havendo uma grande