Upssala de Internacionalização
Aluna: Elizangela Fernandes Barreto
Modelo Uppsala de Internacionalização
No Modelo de Uppsala se inicia como resposta a uma pressão por procura de mercados, e o primeiro movimento para um mercado estrangeiro ocorre quando a empresa percebe que suas possibilidades de expansão no mercado doméstico estão limitadas. Na escolha do destino da internacionalização considera-se o tamanho do mercado potencial e a menor "distância psíquica" em relação ao mercado doméstico. Esse processo ocorre em estágios sequenciais de comprometimento gradual de recursos, primeiramente através da exploração de seus mercados domésticos, depois a exportação e com o passar do tempo seriam estabelecidas subsidiárias de vendas. O último estágio é o estabelecimento de unidades de produção no estrangeiro
A teoria explica os mecanismos básicos sobre as etapas de um processo de internacionalização possuindo grande relevância para o entendimento da realização de negócios internacionais. A decisão de internacionalizar está localizada no desenvolvimento interno da empresa e no uso de conhecimento sobre mercados estrangeiros. Para esta linha, a decisão de internacionalizar é sempre “incremental ” e começa na abertura de vias de exportação, estabelecimento de subsidiárias até a decisão de internalizar processos produtivos. Em outra perspectiva, a “teoria dos custos de transação”, analisa o impulso para a internacionalização a partir das próprias atividades da empresa, sejam as relacionadas com o mercado, sejam as relacionadas à sua estrutura. A primeira observaria a incerteza e a complexidade dos negócios e a segunda atenderia às determinações de racionalidade e oportunidade para a tomada de decisão de internacionalização. Williamson desenvolveu a teoria de custos de transação em duas vertentes, a da internalização e a do paradigma eclético da produção internacional. A primeira, implementada nos trabalhos de Rugman (1981), analisa as falhas de