UNIÃO EUROPEIA Visando ampliar suas bases econômicas após a Segunda Guerra Mundial, alguns países da Europa desenvolveram gradativamente um processo de unificação comercial. Por meio de organizações, as nações européias ampliaram a prática do livre-comércio, estabelecendo a comercialização isenta, total ou parcial, de taxações alfandegárias entre seus integrantes. Entre as organizações criadas ao longo da segunda metade do século XX, pode-se citar algumas que tiveram importante papel no processo de fortalecimento da economia europeia: em 1948 entrou em vigor uma zona de livre-comércio denominada Benelux (Bélgica, Países Baixos e Luxemburgo). No começo da década de 1950, surgiu a Comunidade Europeia do Carvão e de Aço (CECA) tratado que estabeleceu o livre-mercado desses produtos entre os países-membros: Alemanha Ocidental, França, Itália e os países do Benelux. O sucesso da CECA levou seus membros a ampliarem seus objetivos de integração. Por meio da CEE ou da MCE (Comunidade Econômica Europeia ou Mercado Comum Europeu), criada a partir do Tratado de Roma. (1957), foi estabelecido o livre-comércio de mercadorias, serviços e mão de obra entre seus integrantes. Dessa forma, de 1957 a 1972, seis países integravam o MCE (Alemanha Ocidental, Bélgica, Países Baixos, Luxemburgo, França e Itália) que, gradativamente, ampliaram suas relações comerciais e fortaleceram suas economias. Isso motivou outros países a pedirem adesão ao bloco que, em 1973, recebeu mais três novos membros: Reino Unido, Irlanda e Dinamarca, quando passou a ser chamada de Europa dos Nove. Na década de 1980 o bloco aceitou a adesão de mais três países: Grécia (1981); Portugal e Espanha (1986), passando a ser denominada Europa dos Doze. No começo da década de 1990, os doze membros do Mercado Comum Europeu, mais a Alemanha Oriental (reunificada), resolveram aumentar suas relações comerciais, políticas e econômicas. Assim, na cidade de Maastricht, localizada nos Países Baixos, foi