Tribo Xavante
Rondon, Parabubure, Pimentel Barbosa, São Marcos, Áreas Indígenas Areões I,
Areões II, Maraiwatsede, Sangradouro/Volta Grande, Terras Indígenas Chão Preto,
Ubawawe, bem como o Noroeste de Goiás, nas Colônias Indígenas Carretão I e
Carretão II.Espalhados pela região da Serra do Roncador e do Vale do Araguaia, os Xavantes já dominaram grande parte da região Centro-Oeste brasileira.
Sua língua é o aqüem do tronco linguístico macro-jê e tinham como atividade predominante, até a segunda metade do século XX, a caça, a pesca e a coleta de frutos e palmeiras.A língua Xavante contém 13 consoantes e 13 vogais – das quais quatro são nasais.
Os Xavante somavam, em 2007, cerca de 13.000 pessoas abrigadas em diversas
Terras Indígenas que constituem parte do seu antigo território de ocupação tradicional há pelo menos 180 anos, na região compreendida pela Serra do
Roncador e pelos vales dos rios das Mortes, Kuluene, Couto de Magalhães,
Batovi e Garças, no leste matogrossense. Afora as Terras Indígenas Chão
Preto e Ubawawe que são contíguas a TI Parabubure, as demais terras xavante
- Marechal Rondom, Maraiwatsede, São Marcos, Pimentel Barbosa, Areões e
Sangradouro/Volta Grande - são geograficamente descontínuas. Localizadas em meio a um conjunto de bacias hidrográficas responsáveis pela rica biodiversidade regional e, portanto, base do modo de vida tradicional indígena, essa região vem sofrendo impactos ambientais (dificilmente reversíveis) desde a década de 1960 devido à sua incorporação pela agropecuária extensiva, processo intensificado a partir da década de 1980 pela crescente implementação da produção de grãos para exportação, em especial, a soja.
Os índios costumam pintar o corpo, atribuindo a esse ritual um importante significado de preservação da cultura. Outro ritual importante