Trabalho A Enxada
1- Segundo o site oficial da ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS, Bernardo Élis (B. E. Fleury de Campos Cerrado), advogado, professor, poeta, contista e romancista, nasceu em Corumbá de Goiás, GO, em 15 de novembro de 1915 e faleceu no dia 30 de novembro de 1997, na mesma.
2- Fica claro ao ler o conto que o título se da pelo fato de toda história envolver uma enxada.
3- O enredo se desenvolve em torno da busca por uma enxada, o lavrador Supriano (Piano), tem que prestar serviço ao capitão Elpídio que lhe impõe data para entrega da plantação, mas não lhe fornece o instrumento de trabalho, a enxada.
4- a) Pg 84: “Seu Joaquim, num vê que estou lá com a roça no pique de planta e não enxada. Será que mecê tem alguma ai pra me emprestar?” -Supriano
“É procê mesmo, que mal pergunte?”
-Joaquim
pg 86: “Te dou a enxada e ocê fica devendo a conta do delegado e a enxada pro riba. Não senhor. Vá plantar meu arroz já, já.”
- Elpídio.
b) Pg 88: “Daí em diante no diário, o camarada foi ficar na porteira das terras de Seu Elpídio, por onde rompia a estrada salineira”
pg 89: “O filho é que não se movia. Era bobo babento, cabeludo, que vivia roncando pelos cantos de casa ou zanzando pelos arredores no seu passo de joelho mole.
Pg 93: “ Dali até o sítio do irmão do conhecido faziam bem três léguas puxadas, distâncias que venceriam sem demora, se rompesse de