Trabalho EPA
No Gráfico das ondas de Inovação Tecnológica podemos observar que a passagem de tempo da primeira onda para a segunda durou aproximadamente 60 anos. Esse foi o maior período. Nessa época teve o surgimento de novos materiais, como o carvão mineral, substituindo o carvão à lenha; de novos produtos, como o ferro derretido com coque e da mecanização das indústrias têxteis que ocasionaram um aumento de emprego na área industrial.
Na passagem da segunda onda, entre os anos de 1845 e 1900 tivemos a substituição do ferro pelo aço, ferrovias e difusão da máquina a vapor. Já a terceira onda, durou 50 anos, nesse tempo ocorreu a expansão da eletricidade, da química e dos motores de combustão interna. De 1950 até 1990 a petroquímica a aviação e eletrônica se inovam com a passagem da quarta onda. As inovações, nos campos da informática, redes digitais, software, novos materiais e biotecnologia impulsionam a transformação do padrão de organização da produção e do trabalho nas mais diversas atividades econômicas sendo considerada a quinta onda e também, o atual momento em que estamos vivendo.
Para o economista Joseph Schumpeter, cada nova tecnologia destrói, ou pelo menos diminui, o valor de velhas técnicas e posições mercadológicas. O novo produto ocupa o espaço do velho produto e novas estruturas de produção destroem antigas estruturas. O progresso é conseqüência deste processo destruidor e criativo. O papel da inovação na sociedade é o motor do desenvolvimento econômico, levando ao progresso técnico. Ele procura estabelecer de onde provem as inovações, quem as produz e como são inseridas na atividade econômica, e demonstra que estas inovações derivam do lado da produção, na maneira de combinar forças e materiais para produzir. Essa teoria resume bem o que ocorre em cada passo das ondas de inovação tecnológica.