trabalho de pesquisa
Neste trabalho vou falar sobre radioisótopos e como eles se inserem na medicina, pois hoje em dia quando se fala da radioatividade pensa-se logo nas bombas nucleares e não como a radiação pode ser utilizada na medicina como por exemplo para o tratamento do cancro.
O que é a radioterapia?
A radioterapia é uma modalidade de tratamento que utiliza radiação ionizante de alta energia, produzida por um acelerador linear ou através de isótopos radioativos, para o tratamento de lesões benignas, malignas.
O uso de radiação ionizante impede a divisão celular através da alteração do material genético, destruindo a capacidade que as células têm de se multiplicar. Desta forma, o tumor não se desenvolve e a médio prazo regride, pois as suas células perdem a capacidade de regeneração. Ao longo do tratamento, as células sãs que forem afetadas, conseguem recuperar mais facilmente dos danos causados no material genético, isto porque os tratamentos são espaçados ao longo de semanas.
Radioatividade na medicina
A radioatividade tem muitas utilizações na sociedade, e na medicina não é exceção. A forma de radiação mais conhecida nos diagnósticos médicos é a radiografia dos ossos através do uso de raios X. Na medicina, é comum introduzir no organismo de alguns pacientes radioisótopos artificiais, denominados radio traçadores.
Um exemplo de radioisótopo é o iodo-131 que é usado no tratamento de cancro da tireoide, pois, por se acumular nesse órgão, as suas radiações gama destroem as células cancerígenas.
Radioterapia
O princípio desses tratamentos é a utilização de substâncias que estejam associadas à emissão de radiação (radioisótopos) e que sejam absorvidas pelos tumores, irradiando-os e tratando-os de dentro para fora.
A radioterapia é muito utilizada no tratamento do cancro da mama, da garganta, do útero, etc. A fonte de radiação é geralmente um acelerador