Trabalho de Hist ria da M sica
Na disciplina de História da Música I, o professor Antero Ávila propôs que os alunos fizessem um trabalho de pesquisa, escolhendo um de três subtemas do Canto Gregoriano: Mito Gregoriano; Géneros e Formas Gregorianas; Tropos, Sequências e Dramas Litúrgicos.
O presente trabalho é sobre Tropos, Sequências e Dramas Litúrgicos. Fiz esta escolha porque senti a necessidade de aprofundar um pouco mais este subtema, pois dos três, este é o que menos compreendia. Este trabalho está dividido em três, tendo uma Introdução, Desenvolvimento (Tropos, Sequências e Dramas Litúrgicos) e uma Conclusão.
A metodologia utilizada para este trabalho foi a pesquisa bibliográfica, essencialmente ao manual da disciplina, mas também a fundamental pesquisa web gráfica.
Desenvolvimento
Tropos, Sequências e Dramas Litúrgicos
Tropos, Sequências e Dramas Litúrgicos surgiram no século IX numa fase mais avançada do Canto Gregoriano, daí serem denominados de formas tardias do canto gregoriano. O aparecimento destes três géneros é um claro sinal de que algo está para mudar, isto é, estamos perante uma clara evolução em relação ao que vinha sendo feito até aqui. No entanto, é bom recordar que o Canto Gregoriano estava uniformizado, o que significa que não se podia executar um repertório diferente do que estava delineado. Ora, a explicação mais lógica para o surgimento das chamadas formas tardias, foi exatamente, a necessidade de inovar, sem quebrar regras, recorrendo à imaginação, e ao mesmo tempo começar a desenvolver o processo polifónico.
De seguida passo a explicar cada uma das formas tardias do Canto Gregoriano:
1. Tropos
A palavra Tropo deriva de tropare, que significa compor, trovar, ou seja, rapidamente se conclui que tem a mesma origem da palavra trovador, que é a pessoa que inventa ou encontra. Tentando definir Tropos, diria que consistia em intercalar textos novos e frases melódicas novas com textos religiosos oficiais da Igreja, cantados em gregoriano.
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