Trabalho 1 e 2
Comunicação e Expressão
TRABALHO_AULAS 1 E 2
1- Brandão (1998) afirma que discurso é o espaço em que emergem as significações e Orlandi (2001) assevera que o discurso se constitui como efeito de sentido entre os interlocutores. Com base nestas afirmações e na Aula 1, defina o que é necessário para que um texto seja um discurso de acordo com as autoras?
Para que um texto seja um discurso, é preciso compreender que o discurso é o funcionamento, o efeito de sentido construído pelos interlocutores. Para o discurso funcionar, ele depende da língua, que é a materialidade, o que permite o surgimento do sentido. Por isso, a unidade do texto é verificada pelo sentido, pois um discurso nunca está só, depende de um “já-dito”, que, na Análise de Discurso, se chama de interdiscurso, o conhecimento que os interlocutores têm a respeito de algo.
2- Com base no que foi estudado na Aula 2 acerca dos fatores de textualidade, identifique o fator presente na tira e descreva sua relevância para a apreensão dos sentidos.
(Folha de São Paulo, 30 de janeiro de 2011)
A informatividade é o fator mais relevante, uma vez que é preciso das informações acerca de Tiradentes e dentista para a compreensão dessa relação entre os dois e da compreensão global do texto.
3- Com base na Aula 2, descreva e exemplifique os seguintes aspectos: dialogismo, polifonia e intertextualidade.
Dialogismo - É a presença do eu e do outro. No caso da música Monte Castelo, estão presentes eu-leitor e o outro-compositor. Há um leitor inscrito no texto do autor, alguém em quem ele pensa no momento da composição.
Polifonia - Refere-se às várias vozes do texto. No texto Monte Castelo, nós temos claramente as vozes de Paulo, de Camões, de Renato Russo.
Intertextualidade - Diz respeito a vários textos que se entrecruzam no tempo e no espaço. Está visível a intertextualidade no texto, observam-se textos que se entretecem.
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