TESTE
Existem impedimentos estruturais para o desenvolvimento de uma estratégia organizacional efetiva, a começar por um relacionamento disfuncional entre a direção e gerência [que] pode resultar em desvantagens. Observamos que muitas vezes os membros do conselho apontam como culpados os Chief Executive Offices que:
Estabelecem uma agenda sobrecarregada para discussões estratégicas, prejudicando o envolvimento dos diretores nos assuntos críticos;
[Criam] envolvimento excessivo com uma estratégia, excluindo outras possibilidades, não dando abertura a opinião dos diretores, que por conseqüência, acabam descomprometidos com o caminho escolhido;
Com receio dos erros do passado decidem por uma estratégia pouco arriscada resultando na estagnação da corporação.
Por outro lado, diretores contribuem para o insucesso, quando hesitam em desenvolver uma estratégia desafiadora e agressiva. Muitas vezes, por não estarem suficientemente preparados para tal, pois temem estar sozinhos ou ser substituídos.
Então qual a formula para o sucesso?
A solução está na existência de relacionamentos efetivos entre a direção e gerência, ou seja, quando a relação possui clara distinção entre as funções da diretoria e gerência, a primeira provendo idéias estratégicas, porém evitando estar no processo decisivo, validando ou não o que é formulado pela gerência sempre dentro dos fundamentos da boa governança corporativa, e não criando eles mesmos a estratégia.
Um comitê estratégico seria grande parte da resposta. Esses comitês devem exercer funções no desenvolvimento de uma estratégia corporativa, devendo [...] [se] considerar:
A revisão de todo o processo de desenvolvimento da estratégia para assegurar que ela é suficientemente robusta, para considerá-la no ranking de opções, podendo avaliá-la apropriadamente;
O exame de planos e processos de implementação da estratégia;
O monitoramento da