Taylorismo nos eua
O texto fala sobre o desenvolvimento dos EUA em função do aumento da demanda da indústria automobilística, onde a mão de obra era vasta e qualificada. Essas grandes empresas em alguns setores eram monopolísticas, o que permitia um planejamento a longo prazo da produção e era praticada a racionalização do trabalho, a divisão entre os que administram e os que somente executam. O Taylorismo ganhou espaço nesta época. O Taylorismo visa se apropriar de todo o conhecimento dos operários para que os mesmos não tenham o domínio do ofício, mas apenas da rotina de trabalho. A Teoria de Taylor baseava-se no estudo dos tempos e movimentos, no uso de incentivos econômicos e no homem ideal para cada tarefa. O trabalho era desumano e sob vigilância, a ambição dos subordinados era incitada e a negligência e dissipação eram punidas. Os salários pagos aos operários eram miseráveis e como o pagamento era por produção, eles tinham que trabalhar muito por um salário digno. Outra característica das teorias de Taylor era a divisão do trabalho, na qual era clara a divisão entre 2 grupos, os que pensavam, representados pelos administradores e os executores e estes eram isentos de pensar. A racionalização do trabalho era tamanha que nem ao menos sabiam o que estavam produzindo ou o objetivo de seu trabalho. Não foi tão fácil a implantação do Taylorismo nos EUA, tendo em vista que este tipo de sistema causou tensões, e para que pudesse ser implantado foi fundamental encontrar brechas econômicas e sociais que propiciassem sua disseminação, dentre elas estavam o poder que exerciam as indústrias, a falta de sindicatos atuantes e a oferta se sobrepondo a procura. A revolução tecnológica e científica e o avanço do capitalismo que viviam os EUA, se completavam com a aplicação generalizada do Taylorismo. O Taylorismo permitiu a expansão do planejamento, programação e avaliação, uma vez que este sistema trouxe a ampliação do acúmulo de capital, quando se tem maior produção