TAXA INTERNA DE RETORNO
A Taxa Interna de Retorno é a taxa de juros que iguala, em determinado momento do tempo, o valor presente das entradas com o das saídas previstas de caixa. A TIR é usada como método de análise de investimentos, onde o investimento será economicamente atraente se a TIR for maior do que a taxa mínima de retorno esperada pelo investimento. A TIR também é utilizada na comparação entre dois ou mais projetos de investimentos, quando estes forem mutuamente excludentes. Neste caso, o projeto que apresentar o maior valor da TIR será o projeto economicamente mais atraente. (Disponível em: http://www.faculdadeobjetivo.com.br/arquivos/MetodoManual.pdf)
De acordo com Hoji (2006), a Taxa Interna de Retorno (TIR) é conhecida também como taxa de desconto do fluxo de caixa. A TIR é uma taxa de juros implícita numa série de pagamentos (saídas) e recebimentos (entradas), que tem a função de descontar um valor futuro ou aplicar o fator de juros sobre um valor presente, conforme o caso, para trazer ou levar cada valor do fluxo de caixa para uma data focal (data base de comparação de valores correntes de diversas datas). Geralmente, adota-se a data de início da operação – momento zero – como a data focal de comparação dos fluxos de caixa (NETO, 2006). A soma das saídas deve ser igual à soma das entradas, em valor da data focal, para se anularem (HOJI, 2006).
Portanto o método da TIR, no entanto, é indicado para avaliação de investimentos cujo fluxo de caixa seja do tipo simples ou convencional, cujo resultado seja uma única TIR. Isso porque, se os capitais do fluxo de caixa apresentarem mais de uma mudança de sinal, ou seja, mais de uma saída ao longo do período de análise, o fluxo de caixa poderá ter mais de uma TIR – o que chamamos de Múltiplas TIR (ou Taxas Internas de Retorno Múltiplas). (Disponível em: https://www.editoraferreira. Com.br/Medias/1/Media/Professores/ToqueDeMestre/LissandraBischoff/Toq_2_LissandraBischoff.pdf).