sustentabilidade DP
Operação na maquina
Basicamente você coloca as roupas, o sabão e fecha a máquina (em algumas máquinas existe internamente um interruptor que impede que a máquina ligue com a tampa aberta). Depois no painel de controle você escolhe: nível de água, qual tipo de tecido a lavagem será feita, escolhe o tipo de lavagem conforme a quantidade de sujeira existente nas roupas. Em seguida a água começa a entrar até chegar no nível escolhido pelo usuário. O enchimento é percebido por um simples interruptor acionado pelo peso do tambor. Quando cheia de água começa a programação, com o chacoalhar, e o motor alternando o sentido da rotação. Mas isso realmente vai lavar as roupas? Por incrível que pareça, vai sim!!! A constante movimentação do motor junto com o sabão e a água possibilita a remoção de sujeiras nas roupas. Depois de um tempo que está programado no sistema eletrônico (ou o tempo das voltas do relógio mecânico nas máquinas antigas) ela para o motor e abre a solenóide que é uma válvula létrica do tipo toda aberta ou toda fechada e aciona a bomba, que drena o tambor.
Depois de repetir isso muitas vezes, ela drena toda a água e passa a usar a centrifugação. É neste processo que a máquina gira o tambor numa velocidade impressionante com o intuito de retirar a água das roupas, é uma forma de torcer as roupas, entretanto sem muito esforço. Mas o que mantém a máquina estável no momento da centrifugação? Ela tem um sensor de vibração que é um pequeno balancim. Quando a roupa está mal distribuída a vibração durante a centrifugação aumenta até acionar o balancim. Quando isto ocorre ela desliga e a roupa assenta. Faz isso até que a roupa esteja simetricamente distribuída, quando então pode girar a alta velocidade e drenar toda a água da roupa. Por isso máquinas com problemas no sensor de vibração literalmente saem andando. Contudo o que temos visto é que a água do enxágüe é desperdiçada
Produtos químicos utilizados na lavagem
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