Socialismo na guerra fria
Guerra fria foi o período histórico, pós II guerra mundial até o fim da URSS em 1991, marcado por disputas estratégicas e conflitos indiretos entre os Estados Unidos e a União Soviética, por mais era um conflito ideológico entre o capitalismo, representado pelos Estados Unidos e o socialismo totalitário, pela URSS. É chamada fria pois não teve grandes confrontos bélicos (houveram guerras paralelas relacionadas como a do Vietnã, e da Coréia), contudo se um governo socialista fosse implantado em algum país do Terceiro Mundo, o governo norte-americano entendia como uma ameaça à sua hegemonia e receberia apoio dos soviéticos, e se um movimento popular combatesse um governo aliado ao soviético, logo poderia ser visto com simpatia pelos Estados Unidos e receber apoio destes.
Socialismo soviético (na guerra fria)
A união soviética possuía um sistema socialista, baseado na economia planificada, partido único (comunista), igualdade social e falta de democracia, baseia-se numa divisão justa de poderes , numa racionalização da compra e do trabalho , contrariamente ao capitalismo ocidental , defendido pelos EUA. Tinha como características: umaeconomia planificada, plano quinquenal, empresas estatais, não visar o lucro, não havia concorrência, monopólio do partido único, ser composto por países do Segundo Mundo
Tratado de Varsóvia O Tratado de Varsóvia foi uma aliança militar formada pelos países socialistas do Leste Europeu e pela União Soviética em resposta a criação da OTAN, países estes que também ficaram conhecidos como bloco socialista. O tratado correspondente foi firmado na capital da Polônia, Varsóvia, e estabeleceu o alinhamento dos países membros com Moscou, estabelecendo um compromisso de ajuda mútua em caso de agressões militares , e defesa da economia.
Perestroika e Glasnost
Os gastos militares estavam tornando-se muito altos para uma economia como a soviética, planificada, extremamente burocratizada e com cerca de metade do PIB dos Estados