Resumo capítulos 15-24 Teoria da Contabilidade Hendriksen e Van Breda
Capítulo 15: Depreciação e Manutenção
A depreciação contábil é a alocação racional e sistemática do custo original de um ativo (menos valor residual, se houver) ao longo dos vários períodos durante os quais se espera obter os benefícios decorrentes de sua aquisição e seu emprego (vida útil).
Os reparos e as reposições destinam-se a preservar o potencial de geração de serviços de um ativo. Esse elo indica que a depreciação pode ser medida pelo volume de manutenção necessário para preservar o potencial original de prestação de serviços do ativo.
É impossível defender um método de alocação como superior a todos os demais, porque existem soluções em número excessivo, nenhuma das quais é completamente defensável.
As tentativas de defender a depreciação em bases comportamentais incluem a teoria da estimação e a utilidade de propósito.
O Comitê de Terminologia do AIA emprega a contabilidade da depreciação de maneira sistemática e racional, sendo um processo de alocação, não de avaliação.
O Comitê teve o cuidado de assinalar que a depreciação anual possui interpretação semântica limitada. No máximo, a alocação anual é simplesmente uma fração do custo total de depreciação.
Depreciação não é a redução do valor de ativos; grande confusão e muita preocupação poderiam ter sido evitadas se um termo como amortização tivesse sido utilizado em lugar de depreciação. A amortização contábil é simplesmente a divisão do custo total em parcelas.
“Depreciação”: provisão razoável para a exaustão e o desgaste de propriedades utilizadas nas operações, incluindo uma provisão razoável por obsolescência. O Comitê de Conceitos e Padrões da Associação Americana na Contabilidade, em 1957, declarou que a depreciação poderia ser interpretada como o declínio do potencial de geração de serviços por ativos de longa duração devido a deterioração física, desgaste com o uso, ou perda de valor econômico em decorrência de