Resposta Quiz 1
A busca pela verdade das coisas em si e dos fenômenos que as envolvem, por vezes, chega a explicar a própria história da filosofia ou a confundir-se com ela. Pode-se afirmar que esta é uma tarefa tão complexa quanto relativa, pois depende igualmente das ferramentas utilizadas nesse processo e da capacidade e propósito dos que as utilizam. Apesar de seu efetivo desenvolvimento, desde os antigos pensadores gregos, esta matéria encontra-se longe de uma delimitação precisa em torno da qual impere o consenso.
Não é essa a preocupação central expressa deste texto, porém como tudo que se deseja demonstrar está, de uma forma ou de outra, ligado ao conceito de veracidade, cumpre explicitar os instrumentos primordiais utilizados nesse processo especulativo. Trata-se, em primeiro lugar, de destacar a análise etimológica, cuja fertilidade já foi comprovada por grandes filósofos, presente principalmente na primeira parte deste texto. Em uma segunda etapa, procede-se à análise do tema no sentido oposto àquele escolhido de início. Ou seja, o ponto de partida para a busca do sentido das coisas passa a ser o fenômeno, e não a palavra. Procedendo-se à análise da dissertação “A Pedra e a Lei” sob este enfoque, permeada de outras considerações, acredita-se possibilitar uma leitura concisa dos principais problemas por ela abordados e as direções apontadas como possibilidade de enfrentá-los.
O foco do estudo sobre o qual se baseia este texto é a relação entre o presídio e a arquitetura, tendo como objetivo oferecer uma contribuição – a partir do reconhecimento dos opostos aos parâmetros avaliados – para o estabelecimento das bases que podem ligar a esfera arquitetônica ao conceito e à efetivação do domínio da liberdade. Pelo que foi exposto anteriormente, justifica-se a apropriação de algumas análises etimológicas e derivações efetuadas ao longo da dissertação, e que agora passam a ser expostas. Revelando o núcleo da pesquisa, pode-se desdobrar as considerações feitas