Resenha
RESENHA LIVRO SAFARI DE ESTRATEGIA
PATOS DE MINAS
2014
RESENHA DO LIVRO SAFARI DE ESTRATEGIA
CAPITULO I
PATOS DE MINAS
2014
MINTZBERG, Henry; AHLTRAND, Bruce; LAMPEL, Joseph. E aqui, senhoras e senhores a fera da administração estratégica. In: MINTZBERG, Henry; AHLTRAND, Bruce; LAMPEL, Joseph. Safari de Estratégia: Um roteiro pela selva do planejamento estratégico. Tradução: Nivaldo Montingelli. Porto Alegre: Bookman, 200. Cap.1, p.11-25
O capitulo I se inicia fazendo referencia a fabula “Os cegos e o elefante”. Somos os cegos, e a formulação de estratégia é o nosso elefante. Como ninguém conseguiu enxergar o animal inteiro, cada um tocou numa ou noutra parte e “prosseguiu em total ignorância” a respeito do restante. Somando as partes, certamente não teremos um elefante. Um elefante é mais que isso. Contudo, para compreender o todo, também precisamos compreender as partes. As escolas são dividas em grupos. As três primeiras são de natureza prescritiva, mais preocupadas em como as estratégias devem ser formuladas do que em como elas são formuladas. A escola de design: formulação de estratégia como um processo de concepção, se apresentou nos anos 60 com a estrutura básica sobre a qual as duas outras foram construídas. A segunda escola, que foi a de planejamento, foi desenvolvida paralelamente nos anos 60 e que teve seu auge em uma onda de publicações e práticas nos anos 70, formalizou essa perspectiva, vendo a formulação de estratégias como um processo de planejamento formal separado e sistemático. A terceira escola prescritiva, chamada de empreendedora, foi ganhando espaço nos anos 80, menos preocupado com o processo de formulação de estratégias do que com o conteúdo real das mesmas. Ela é chamada de escola de posicionamento porque focaliza a seleção de posições estratégicas no mercado. A