resenha Aron
DEPARTAMENTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS
CURSO DE GRADUAÇÃO EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS
Disciplina: Teoria das Relações Internacionais I
Professora: Lourrene de Cássia Alexandre Maffra
Acadêmico: Jônatas dos Santos Galúcio
Resenha do Livro
ARON, Raymond. Paz e Guerra entre as Nações. Brasília: Editora da Universidade de Brasília, 2002. Introdução. p. 47-66.
Raymond Aron Nasce em 1905 em Paris, é sociólogo francês, historiador, filósofo e jornalista político. Fez seu doutorado em 1930 na École Normale Supérieure com a tese em filosofia da História. Tornou-se professor na École Nationale d'Administration, e, de 1955 a 1968 foi professor de sociologia na Sorbonne.
Para explicar as Relações Internacionais o autor descreve sobre a ascensão dos Estados Unidos como potência mundial. Após a Grande Guerra, os EUA tornaram-se responsáveis pela paz, prosperidade e pela existência de metade do mundo. Antes da ascensão dos EUA, os estudiosos já se puseram a estudar as Relações Internacionais. Para explicar esse campo deve-se ter uma teoria que una o antigo com o novo, traçando o novo e não eliminando o velho. Esses especialistas não queriam seguir os historiadores, mas criar um corpo de doutrina para tal.
Para definir as relações internacionais, o autor dá um exemplo de certo professor que tentou definir essa matéria, limitando seu campo de estudo, em vão. Visto que as relações internacionais não têm fronteiras reais. Define também sendo as relações entre as nações. Relações entre os Estados – relações propriamente inter estatais – constituem o campo de excelência das relações internacionais. Não importando onde começam ou terminam o campo de estudo, mas o centro de interesse, retornando as relações inter estatais.
Ele exemplifica como diplomata e soldado, o primeiro no exercício das funções, é a unidade política em nome da qual fala, o segundo, no campo de batalha, é a unidade política em nome da qual mata o seu