Relatório sobre o Teste da Chama
1 INTRODUÇÃO
Em 1913, o cientista Bohr aperfeiçoou o modelo atômico de Rutherford, usando como base a teoria de Max Planck e Albert Einstein, admitiu-se a hipótese de que a energia não seria emitida de modo contínuo, mas em “pacotes” os quais foram denominados de quantum. Outra nomenclatura que surgiu foi o fóton que corresponde ao processo em que o elemento químico recebe determinada quantidade de energia e ao passar para um nível mais elevado, atinge o estado de excitação, liberando a energia recebida em forma de luz. Diante dessas teorias e experimentos, Bohr concluiu que os elétrons se movem ao redor do núcleo, em número limitado de órbitas bem definidas e estacionárias.
Partindo do pressuposto da importância do estudo e compreensão de tais teorias, foi realizado o ensaio de coloração de chama, baseado no espectro de emissão de cada elemento. Utilizou-se como fonte de calor o bico de Bunsen, cujo objetivo foi observar como cada elemento químico se manifestava em relação às colorações. Os reagentes utilizados no experimento foram: Cloreto de sódio, cloreto de potássio, cloreto de cálcio, cloreto de estrôncio, cloreto de bário e cloreto de cobre. Mais adiante, será detalhado como ocorreu o experimento e os resultados obtidos.
2 REFERENCIAL TEÓRICO
Em 1913, Bohr em seus estudos experimentais sobre o átomo estável, imaginou que poderiam existir novas formas de descrever os elétrons nos átomos. Inicialmente, ele percebeu que a partir do momento em que um determinado gás é exposto a uma corrente elétrica, seus elétrons absorvem energia e ao serem “carregados” emitem tal energia na forma de luz, além disso, observou que a radiação emitida é limitada para determinado comprimento de onda. Conforme Russell (1994, p.233),
Quando um átomo absorve energia de uma chama ou descarga elétrica, alguns de seus elétrons ganham energia e são levados a um nível de energia maior. O átomo é agora dito estar em um estado excitado.
Dessa forma,