Relatorio
Segundo Guyton, (2006), o controle da pressão arterial é exercido por diversos mecanismos a longo e curto prazo que envolvem principalmente os sistemas renal e nervoso (simpático e parassimpático) além do controle exercido por algumas drogas.
A prática realizada no Laboratório de fisiologia da FACIME tem como objetivo demonstrar o mecanismo de algumas drogas na regulação da pressão arterial de Canis familiaris.
MATERIAS E MÉTODOS
Para a prática realizada no laboratório de fisiologia utilizou-se: bisturis, sonda para canulação, pinças dente de rato, cronômetro, calha, seringas, balança, esfignomanômetro, anestésico tiopental sódico a 2,5%, gazes, cordas, soro fisiológico, adrenalina, dopamina, atropina, heparina e acetilcolina.
O animal da espécie Canis familiaris foi colocado em decúbito dorsal em cima de uma calha sobre uma bancada. O professor e seu ajudante dissecaram a artéria e a veia femoral esquerdas ,sendo a canulação da veia femoral mais complicada e difícil o que acarretou na dissecação da artéria e veia femoral direitas. Procedeu-se a canulação da veia para a introdução de fármacos e a artéria foi conectada ao manômetro para que se pudessem observar as variações de pressão arterial ocorridas. Primeiramente introduziu-se na veia heparina , um forte anticoagulante e após isso a artéria carótida foi observada fazendo-se uma incisão medial no trígono muscular do pescoço do animal. Houve uma queda na pressão (abaixo de 120 mmHg) arterial que levou à alternância da heparina com o soro fisiológico.
Foram inseridos 2-3 ml de adrenalina pela canulação. Após isso, inseriu-se uma primeira dose de 3 ml de dopamina seguida de uma segunda dose com a mesma quantidade. Foram introduzidos posteriormente 3 ml de acetilcolina,6 ml de atropina e novamente 3 ml de acetilcolina e adrenalina. Por fim 6 ml de acetilcolina foram introduzidos. Antes de cada dose dos fármacos era injetado o tiopental sódico a 2,5 % para sedar o animal. Antes e após cada