Relat Rio I F Sica
Centro de Ciências Exatas e Tecnologia
Curso: Química Industrial
Disciplina: Física experimental II
Prof.Dr. Alan Silva de Menezes
Aluna: Elaine Sá Menezes Cutrim/Código: 2013013215
RELATÓRIO DE AULA PRÁTICA
Experimento I: Determinação do coeficiente de expansão linear em metais.
São Luís – MA
2015
Determinação do coeficiente de expansão linear em metais.
1. Introdução
Os sólidos possuem formas e volumes específicos, pois as moléculas que os formam são ligadas fortemente e quase não se movimentam, permanecendo praticamente estáticas. Uma das maneiras de aumentar ou diminuir as suas dimensões, superfícies e volume é quando ocorre variação de temperatura. Esse fenômeno, conhecido como dilatação térmica, desempenha um papel importante em numerosas aplicações.
Quando um corpo absorve energia térmica, várias mudanças podem ocorrer nas propriedades físicas desse corpo, o aumento da temperatura pode vir acompanhado da expansão ou contração deste corpo.
Quando a temperatura de um corpo aumenta, é comum que o corpo se expanda.
A dilatação de um corpo pelo aumento de temperatura é consequência do aumento da agitação das partículas do corpo: as mútuas colisões, mais violentas após o aquecimento, causam maior separação entre as moléculas, fazendo assim com que este corpo sofra uma dilatação.
Figura 1 – Exemplo de uma barra que sofreu dilatação
Onde ΔL = Lf – Li que é a variação do comprimento, ou seja, a dilatação linear da barra. E Δt = tf – ti que é a variação da temperatura da barra.
Experimentalmente verifica-se que:
- O comprimento inicial (Li) é proporcional à temperatura inicial (ti);
- O comprimento final (Lf) é proporcional à temperatura final (tf);
- A dilatação linear depende do material que constitui a barra.
Seja uma barra de comprimento L, a uma temperatura T, quando a temperatura se altera (ΔT), a variação relativa do comprimento, dada por ΔL, é proporcional a ΔT: ΔL/L = . (01)
Onde,