psicologo
Antigamente, elas se chamavam doenças venéreas, isto é, doenças de Venus, ou doenças do amor.
Apesar do romântico nome genérico, a denominação de cada uma dessas doenças não era nada romântica (Sífilis, gonorréia, cancro mole) e elas chegavam a matar.
Depois, vieram os antibióticos que, extremamente eficientes no combate a esses males, mudaram o panorama.
Então, podia até ser considerado prova de virilidade ter uma “doença do mundo” ou “doença feia”......Atualmente, elas se chamam doenças sexualmente transmissíveis.
Elas afetam homens e mulheres de todas as idades, etnias e classes sociais. Adolescentes e adultos jovens são os mais acometidos, pois eles têm relações sexuais mais freqüentemente, com parceiros variados, e ainda não estão cientes da importância de preveni-las com o uso da camisinha.
É importante que todos estejam alerta para a regra dos 5Ps: proteção contra DSTs, parceiros sexuais confiáveis, prevenção de DSTs na gravidez, prática sexual segura e passado de DSTs. O número de pessoas contaminadas por DSTs está aumentando a cada dia.
Mesmo não apresentando sintomas, você pode estar com uma DST e passar esta doença para outra pessoa. Para evitar que isso aconteça, converse com seu médico sobre a realização de exames, especialmente se você tem mais de um parceiro sexual.
As DSTs são transmitidas através de contato sexual, que não se resume à penetração do pênis na vagina. Essas doenças podem ser transmitidas em todo o contato do pênis com a vagina, com a vulva (parte externa da vagina), com o ânus ou com a boca. Portanto, não é necessário ejaculação ou penetração para contaminação por vírus e bactérias. Qualquer contato sexual pode transmitir doenças como AIDS e HPV (papilomavírus humano). Daí a importância do uso de preservativo em toda relação sexual. A camisinha não evita totalmente o risco de contaminação, mas