Protocolo de Kyoto
Os países em desenvolvimento não possuem a obrigação de segui-lo e alguns países dos Estados desenvolvidos, a começar pelos Estados Unidos não vai cumprir esse objetivo. No documento, há um cronograma em que os países são obrigados a reduzir, em 5,2%, a emissão de gases poluentes, entre os anos de 2008 e 2012 (primeira fase do acordo). Os gases citados no acordo são: dióxido de carbono, gás metano, óxido nitroso, hidrocarbonetos fluorados, hidrocarbonetos perfluorados e hexafluoreto de enxofre. Estes últimos três são eliminados principalmente por indústrias. Diante das metas estabelecidas, o maior emissor de gases do mundo, Estados Unidos, desligou-se em 2001 do protocolo, alegando que a redução iria comprometer o desenvolvimento econômico do país.
O problema é claro, todos admitem que a poluição atmosferica esta alarmante e que algo deve ser feito, mas no fundo priorizam a economia e não o meio ambiente, não aceitam que alguma redução na emissão de gases prejudique o crescimento economico.
O que não poderia deixar de acontecer no capitalismo é o lucrativo negócio, o qual nesse caso foi chamado crédito de carbono. Ele proporciona as economias desenvolvidas ou ricas o direito de "comprar" o direito de poluir mais. É uma flexibilização do Protocolo na qual os países ricos fazem acordos com empresas ou governos do Terceiro Mundo com o intuito de promover uma redução fora de seu território. Mesmo com essa proposta, os imensos poluidores como China, Estados Unidos e India não parecem estar interessados em ceder e isso além de ferir cada vez mais o meio amibiente coloca em risco a