Programação
Comunidades ribeirinhas são populações tradicionais que residem nas proximidades dos rios e têm a pesca artesanal como principal atividade de subsistência e cultivam pequenos roçados para consumo próprio. Podem praticar também atividades extrativistas.
As populações tradicionais, entre elas os ribeirinhos, foram reconhecidas pelo Decreto Presidencial nº 6.040, assinado em 7 de fevereiro de 2007, nele o governo federal reconhece, pela primeira vez na história, a existência formal de todas as chamadas populações tradicionais.
Ao longo dos seis artigos do decreto, que institui a Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos Povos e Comunidades Tradicionais (PNPCT), o governo amplia o reconhecimento que havia sido feito parcialmente, na Constituição de 1988, aos indígenas e aos quilombolas.
Assim, todas as políticas públicas decorrentes da PNPCT beneficiarão oficialmente o conjunto das populações tradicionais, incluindo ainda faxinenses (que plantam mate e criam porcos), comunidade de "fundo de pasto", geraizeiros (habitantes do Sertão), pantaneiros, caiçaras (pescadores do mar), ribeirinhos, seringueiros, castanheiros, quebradeiras de coco de babaçu e ciganos, entre outros.
Segundo o Joshua Project, os povos ribeirinhos no Brasil somam umas 6.513.000 pessoas.
COMUNIDAS QUE CRIARAM COOPERATIVA DE TRABALHO E GERAÇÃO DE RENDA
A Cooperativa dos Pescadores e Artesãos de Pai André e Bonsucesso (COORIMBATÁ) tem sua sede no município de Várzea Grande, MT – Comunidade de Pai André e foi criada em 1997 com o objetivo de fazer o processamento de peixes e derivados e húmus de minhoca. Em 2000 o estatuto da cooperativa foi alterado sendo então objetivos da cooperativa: pesca artesanal, artesanatos diversos, produção, industrialização e pesquisa cientifica.
A partir de uma inovadora articulação com a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) iniciada em 2000, a COORIMBATÁ se destaca como o primeiro empreendimento