Preocupação com o conhecimento
A origem do mundo era o KOSMO, e a filosofia nascente do estudo destes foi a COSMOLOGIA. Eles começaram a indagar o que era o kosmo? Por que as coisas se transformam? O que é o ser? E o SER TÒÓ. E a partir desse estudo do ser, nasceu a ontologia.
A maioria dos primeiros filósofos não se preocupava com a nossa capacidade e possibilidade de conhecimento, mas temos algumas exceções:
Heráclito: considerava a natureza um fluxo, pois os seres sempre estavam se alterando. Ele dizia "não pode banhar-se duas vezes no mesmo rio , porque a água nunca é a mesma, e nós nunca somos os mesmos". A realidade para Heráclito era a harmonia dos contrários, que não cessam de transformar uns nos outros.
Parmênides: ele dizia que só podíamos pensar sobre aquilo que permanecia idêntico a si mesmo. Mas estamos em um mundo onde nada permanece o mesmo, onde tudo se torna contrário de si mesmo. Como o dia que vira noite. E com esse questionamento do pensamento, ele diz que pensar é aprender.
Demócrito: teoria sobre o ser e a natureza, que é chamada de atomismo, que diz que a realidade é formada por átomos. Os átomos, para Demócrito, são formados de consistência e formas diferentes.
A filosofia se preocupa com o problema do conhecimento, pois sempre está voltada a questão da verdade, e os sofistas concluíram que não podemos conhecer o ser, porque senão pensaríamos do mesmo modo e existiria uma única filosofia.
Sócrates: distanciou-se da natureza como os primeiros filósofos e fala do Oráculo de Delfos, "conhece-te a ti mesmo", e afirma que a verdade pode ser conhecida.
Platão: diz que existem 4 graus: crença e opinião (conhecimento sensível) e raciocínio e intuição intelectual (conhecimento inteligível). Ele diz que os dois primeiros graus oferecem apenas a aparência das coisas ou suas imagens e corresponde à situação dos prisioneiros da caverna, e que por serem ilusórios deveriam ser afastados das pessoas e que apenas