Politica Social do Capitalismo
As tendências da política social do liberalismo que seguiu ate a crise de 1929/1932, após a segunda guerra mundial ate no inicio de 1970, e o neoliberalismo, a partir da virada e uma longa crise de 1973/1974 a lógica liberal fundou-se, portanto seu desejo de melhorar as condições tende a maximizar o bem estar coletivo.
A “loucura das leis humanas” não interfere nas leis naturais da economia. Um Estado mínimo sob o controle compõe a sociedade civil, com um Estado com apenas três funções: A defesa contra os inimigos externos; a proteção de todo o individua de ofensas, e o provimento de obras publica. Adam Smith, acreditava que os indivíduos buscavam ganhos matérias, orientado por sentimentos, o que a seguraria a ausência da guerra de todos contra todos.
Malthus recusava as leis de proteção responsabilizando a existência de um numero de pobres. A legislação social revertia leis da natureza, nesse ambiente intelectual e moral não se dependia de recursos com os pobres, dependentes ou passivos (KANT apud COUTINHO, 1989) vigia-lo ou punido como mostra o estudo Foucault (1987) ou a nova lei dos pobres 1984 (BEHRING BOSCHETTI, 2006).
Ao longo da segunda metade do século XIX ocorreu o enfraquecimento das bases matérias e subjetivas dos argumentos liberais e no inicio do século XX, como resultado de uns processos políticos econômicos destaca-se o crescimento do movimento operário, obrigando a burguesia entregar os anéis para não perde os dedos, e reconhecer os diretos da cidadania política e social, tão bem analisada por Marx (1988), e uma forte expressão desse processo com a reação da burguesia alemã.
E tais mudanças oferecem maior poder coletivo aos trabalhadores, o que vai generalizar apenas no pós-guerra.
O mercado vai sendo liberado por grandes monopólios, dinheiro emprestados pelo banco numa verdadeira fusão entre o capital financeiro e o industrial, capitado por Lênin (1987).
A crise de