Plasticidade e Consistência
Mecânica dos Solos
Manhã
AULA 2 – 07/08/13
Walter Duarte Costa Filho
Planejamento da Aula
1.2 – Plasticidade e consistência dos solos 1.2.1 Consistência dos Solos
1.2.1 Limites de Consistência
(Atteberg)
1.2.1 Gráfico de Plasticidade
Fontes de Consulta:
PINTO, C.S. CURSO BÁSICO DE MECÂNICA DOS SOLOS. 3
ED. SÃO PAULO: OFICINA DE TEXTOS, 2006.
DAS, B. M. Fundamentos de Engenharia Geotécnica. São
Paulo: Thomson. Learning, 2007. 560 p.
CRAIG, R.F. Mecânica dos Solos. Rio de Janeiro, LTC, 2007.
VARGAS, M. Introdução à Mecânica dos Solos.. São Paulo:
Ed. Universidade de São Paulo, 1977.
CAPUTO, H.P. Mecânica dos Solos e suas Aplicações. 1 ed.
Rio de Janeiro: Livro Técnico, 1967.
TERZAGHI, K. Mecânica dos Solos na Prática da
Engenharia. Rio de Janeiro: Livro Técnico, 1962.
Figuras: Prof. Dr. Romero César Gomes
(Mestrado Profissional em Geotecnia – UFOP-MG)
Limites de Consistência
A distribuição granulométrica por si só não caracteriza bem o comportamento dos solos sob o ponto de vista da engenharia. A fração fina dos solos tem uma importância muito grande neste comportamento. Assim, os índices de Atterberg são utilizados para identificar a influência das partículas argilosas nos solos, baseados no comportamento do solo na presença de água.
Limites de Consistência
Os limites se baseiam na constatação de que um solo argiloso ocorre com aspectos bem distintos conforme seu teor de umidade. Quando muito úmido, ele se comporta como um líquido; quando perde parte de sua água, fica plástico, e quando mais seco, torna-se quebradiço.
Limites de Consistência
Os teores de umidade correspondentes às mudanças de estado são definidos como Limite de
Liquidez (LL), Limite de Plasticidade (LP) e Limite de Contração (LC). A diferença entre o limite de liquidez e limite de plasticidade, que indica a faixa de valores em que o solo se apresenta plástico, é definida como Índice de Plasticidade