Orçamento rectificativo
Noticia 1: “Orçamento Rectificativo dá mais 200 milhões para os hospitais”
Noticia 2: “Manuela Ferreira Leite diz que "não existem meios públicos para satisfazer todas as necessidades”
As duas noticiais acima referidas, estão relacionadas na medida em que mediante a crise económica pelo qual o país tem estado a passar, os cidadãos mais favorecidos devem ter o dever e a consciência de ajudar a quem mais necessita de modo a liberar o governo deste encargo, visto que neste momento o estado é incapaz de suprir as necessidades de todos.
Como podemos verificar na primeira notícia, o governo teve que refazer um orçamento (orçamento rectificativo) para a saúde de maneira a criar condições para satisfazer as necessidades mais essenciais e de modo a evitar falhas e atrasos nos pagamentos aos fornecedores, impedindo deste modo que estes hajam como a “Roche “ que se recusou a fornecer mais medicamentos a credito enquanto uma parte da divida não fosse liquidada.
Os atrasos nos pagmentos devido a insuficiência de fundos indisponíveis verificados nos orçamentos para a saúde nos últimos anos têm originado constrangimentos para a tesouraria que juntamente com a reduzida liquidez do sistema bancário português tem causado deveras dificuldades e juntamente o fecho de algumas empresas que não têm conseguido suportar os seus custos fixos.
Embora o estado segundo a Dra. Ferreira Leite reconhecer e priorizar as necessidades na área da saúde, é impossível para ele disponibilizar mais verbas para este tipo de instituições, alertando deste modo para o lado mais humano e social dos cidadãos mais abastados em prol dos mais necessitados.
Portanto mesmo desviando os 200 milhões para o orçamento do sector saúde, não se consegue responder aos pedidos da população em geral, tal como, foi referido pela Dra. Manuela Leite e o Sr. Presidente Dr. Aníbal Cavaco Silva neste período de crise pelo qual o pais tem estado a viver temos que nos unir e ter uma consciência mais