Nomenclatura básica dos motores de combustão interna (MCI)
Explanar a nomenclatura básica dos motores de combustão interna (MCI) e explicar os seus princípios de funcionamento, suas aplicações, os tipos existentes e/ou utilizados e as principais comparações entre si (vantagens e desvantagens).
2. Introdução Teórica
Considerações Gerais: Motores de Combustão Interna (MCI)
O motor é a fonte de energia do automóvel. Converte a energia calorífica produzida pela combustão da mistura ar-combustível em energia mecânica, capaz de imprimir movimento nas rodas.
Define os motores de combustão interna (MCI) como máquinas térmicas alternativas, destinadas ao suprimento de energia mecânica ou força motriz de acionamento. Nos motores de combustão interna (MCI), a transformação de energia calorífica resultante da queima ou da explosão de uma mistura de ar-combustível é feita no interior de um dos órgãos da máquina, tornando assim, em energia mecânica no órgão motor da mesma. Os MCI são baseados no princípio de que os gases se expandem quando aquecidos. Controlando-se essa expansão dos gases, pode-se obter pressão, a qual será utilizada para movimentar algum órgão da máquina.
Estes motores podem trabalhar com combustíveis líquidos voláteis (óleos pesados, diesel, querosene, gasolina, álcool, etc.) ou com gases (butano, propano, metano, etc.). Os MCI são usados numa quantidade imensa de serviços, assim, os motores a gasolina têm como característica principal baixo peso por potência, a capacidade de fornecer acelerações rápidas e trabalhar com altas velocidades. Os motores a diesel são usados na propulsão de veículos pesados, como por exemplo, tratores, caminhões, ônibus, navios e outros tipos de embarcações.
Os MCI podem ser classificados como de ignição por centelha ou ignição por compreensão. O motor é composto de um mecanismo capaz de transformar os movimentos alternativos dos pistões em movimento rotativo da árvore de manivela, que transmite energia mecânica aos equipamentos acionados, como por exemplo, um gerador