Neurociência e tomada de decisão
Julgamento e Tomada de Decisão
Neurociência e Tomada de Decisão
Carlos Eduardo Lopes
Demetris Tsatos
Edgar Ferreira
Eduardo Vaz
Glauce Nascimento
Rio de Janeiro, 23 de outubro de 2011
Conteúdo
1. Introdução 2 2. Abordagem do tema frente ao exposto pelo livro “O momento decisivo” – Lehrer (2010) 3 2.1 Breve histórico dos estudos da mente humana 3 2.2 Sistemas da Mente Humana 5 3. Artigos correlatos ao tema 7 3.1. Reciprocal relations between cognitive neuroscience and formal cognitive models: opposites attract? Forstmann et al. (2011) 7 3.2. Individual differences in risk preference predict neural responses during financial decision making. Engelmann e Tamir (2009) 8 3.3. Prospect theory on the brain? Toward a cognitive neuroscience of decision under risk. Trepel, Fox e Poldrack. (2005) 10 4. Conclusões 12 5. Referências Bibliográficas 13
1.
Introdução
Decidir é algo que está, invariavelmente, presente no cotidiano da vida das pessoas - principalmente dos gerentes de negócio. Segundo Lehrer (2010), o ser humano pensa em como fazer para tomar decisões desde o momento que passou a decidir. A importância desse tema pode estar associada ao fato de que as pessoas tomam decisões o tempo todo, desde as decisões simples e elementares até as complexas e difíceis. Além disso, tais decisões podem ser tomadas de forma automatizada, sem refletir acerca de parâmetros pré-estabelecidos, ou de forma racional, analisando uma série de variáveis que influenciam a decisão, o que torna o tema desafiador para os estudiosos.
Ao longo do tempo, muito se pensou e estudou a respeito do processo de tomada de decisão, tanto sob o ponto de vista da Psicologia quanto da Neurociência, originando teorias e explicações sobre o tema. No entanto, as limitações da ciência, até então, no que se refere à inacessibilidade ao cérebro humano, impuseram significativas barreiras aos estudos empreendidos. Assim sendo, os