Método Experimental
Unidade Universitária de Ciências Exatas e Tecnológicas.
Licenciatura em Química
Método Experimental
Acadêmico: Eduardo Rocha da Mata
Anápolis, abril de 2011.
Método Experimental
As dificuldades e problemas que afetam o sistema de ensino em geral são recentes e têm sido diagnosticados há muitos anos, levando diferentes grupos de estudiosos e pesquisadores a refletirem sobre suas causas e conseqüências.
As propostas que têm sido formuladas para o encaminhamento de possíveis soluções indicam a orientação de se desenvolver uma educação voltada para a participação plena dos indivíduos, que devem estar capacitados a compreender os avanços tecnológicos atuais e a atuar de modo fundamentado, consciente e responsável diante de suas possibilidades de interferência nos grupos sociais em que convivem [1]. Nessa direção, o entendimento da natureza da Ciência de um modo geral constitui um elemento fundamental à formação da cidadania.
De modo convergente a esse âmbito de preocupações, o uso de atividades experimentais como estratégia tem sido apontado por professores e alunos como uma das maneiras mais frutíferas de se minimizar as dificuldades de se aprender e de se ensinar de modo significativo e consistente.
Para a realização de uma atividade experimental, o experimentador deve de ter atenção em alguns aspectos, bem como a elaboração de um plano, que o guiará durante toda a atividade experimental. Para tal atividade experimental está dividida em diversas etapas: hipótese previa experimentação, e generalização dos resultados.
• Hipótese Previa:
Esta etapa serve como meio de apoio, que guiará a observação do experimentador, bem como na determinação de todas as técnicas a utilizar. A hipótese é uma explicação possível em que o experimentador procura estabelecer uma relação de causa e efeito entre dois tipos de fatos.
• Experimentação:
Esta etapa é um conjunto de observações realizadas, em