Ministério de música católico
Ouvimos há alguns domingos atrás a Parábola dos Talentos. Lembram? Neste trecho, tão conhecido de todos nós, vemos o patrão saindo por alguns dias e deixando a administração de seus talentos (=moedas) a cargo de seus empregados. Ao sair ele não deixa nenhuma recomendação, mas os empregados ainda assim tomaram atitudes – diferentes é verdade – baseadas em suas capacidades e em suas impressões do chefe. Ao retornar o patrão pede contas das moedas deixadas a cargo de seus funcionários. Os primeiros apresentam não somente as moedas mas também o lucro auferido pela boa gerência do dinheiro. Já o último... bem, é sobre exatamente esse indivíduo que iremos nos deter com maior atenção.
De uma forma muito significativa o nome das moedas deixadas pelo patrão com seus empregados é TALENTO [(do latim: talentum, do grego antigo: τάλαντον, talanton, significando "escala", "balança") era uma unidade da antiga Mesopotâmia para grandes quantidades de massa. Como era uma unidade de massa, confundia seu significado com moedas, pois era usado para designar grandes quantidades de ouro ou prata. O talento usado nos tempos do Novo Testamento pesava 58,9 kg. Os hebreus chamavam o talento de kikkar.] – Fonte = Wikipédia, a enciclopédia livre. Podemos fazer uma analogia (estudo de forma comparada) com os talentos/ dons/ habilidades que Deus nos concedeu no nosso nascimento ou mesmo aqueles que desenvolvemos com treino/ esforço. Num futuro próximo falarei do talento musical em si, de como é importante para um músico católico aprofundar o conhecimento técnico da música. Mas num primeiro momento quero fazê-los enxergar a importância de que