Mercadologia segmentação
SEGMENTAÇÃO DO MERCADO
Antes da Revolução Industrial, da produção e da mídia em massa, os comerciantes e os artesãos realizavam seus negócios de forma individualizada.
Eles visualizavam suas atividades em termos de fatia de clientes. O dono da mercearia conhecia pessoalmente todos os seus clientes, sabendo diferenciar os gostos e hábitos de compras de cada um de seus “fregueses”.
Se, por exemplo, a senhora Maria deixasse de comprar a farinha em determinada semana, ele perceberia e iria ao seu encontro para lhe oferecer o produto e averiguar qual foi o motivo de sua ausência. “Será que ela esteve doente, ou está comprando de outra pessoa?”.
Embora os termos ainda não houvessem sido inventados, o merceeiro que antecedeu o século XX era um homem de Marketing de Relacionamento, pois se preocupava e zelava pelos seus clientes.
Ele, de forma rudimentar, mantinha em atividade um programa de satisfação de seus clientes e tinha o compromisso com o seu próprio sistema de retenção de clientes.
Contando com uma espécie de Data Bank de Marketing em sua memória. Todos os clientes eram considerados de forma diferente de acordo com seus hábitos, preferências, gostos, etc.
Com a Revolução Industrial, os fabricantes de produtos padronizados em grandes quantidades utilizaram a mídia de massa para estimular os consumidores a procurarem os seus produtos nas lojas locais. Assim, nasceram as marcas e a propaganda.
A propaganda e a produção em massa produzem cifras extraordinárias para muitas empresas que adotam esse sistema devido à força das comunicações da mídia de massa. Conseqüentemente, a influência do pequeno empresário sobre as intenções de compra dos consumidores decaiu bastante, reduzindo-o a um mero tirador de pedidos, tendo que manter estoques dos produtos anunciados nos meios de comunicação.
A Segmentação desse enorme e heterogêneo mercado nasceu para que as empresas pudessem identificar quem realmente eram seus clientes e assim atender melhor as