Medidas socioeducativas no brasil
Resumo
Adolescentes em conflito com a lei e em cumprimento de medidas sócio educativas de internação
A infância durante os períodos Colonial-Imperial Categorias filantrópicas, as quais se constituíram nessa sociedade desde o Período Colonial, segundo Simões (2008) no território do Brasil a Igreja Católica A criança e o adolescente no Brasil sempre foram objeto de intervenção das em suas missões criou verdadeiros exércitos dos chamados “meninos da terra”, que ficavam sobre sua tutela, porém, as crianças as quais herdavam algumas condições financeiras, com a morte de seus responsáveis obtinham outros tipos de tratamentos através da ação do “juiz apartado de órfãos”. Dessa forma não existia uma política ou concepção de proteção da infância de forma que viesse expressar um caráter de cidadania Já nos três séculos de desenvolvimento da escravidão negra em quase sua totalidade as crianças e os jovens em formação pertenciam aos senhores escravocratas que em muitos casos praticavam em suas senzalas verdadeiros crimes cruéis contra os pequenos afros brasileiros os quais em sua maioria eram vistos e conceituados como animais que só assim justificava serem apartados de suas mães, sendo os mesmos já direcionados a atividades trabalhistas a partir dos oito anos de idade, todavia com as políticas abolicionistas a Igreja foi encarregada pelos “ingênuos” e depois criou a “roda dos expostos” Simões (2008). A problemática da infância excluída no direito de seus componentes existirem como ser humano, formulado se nesses períodos, os quais são ultrajantes para os anais do Brasil, marcada por uma caracteriza de dominação com formas violentas tanto a nível psicológico como através das torturas físicas. Dessa forma a criança constituiu se não um ser humano em formação que necessitava de proteção especial, mas sim como um objeto de uma piedade tida como divina ou de exploração para o trabalho conceituado como técnica educativa, mesmo quando as