Medicina Ortomolecular
A importância da alimentação na saúde ideal tem sido compreendida em toda história. Hipócrates acreditava que a escolha dos alimentos implicava na saúde das pessoas há mais de 2.500 anos.
No início do século XX, médicos levantaram a hipótese de que vitaminas poderiam curar doenças.
Em 1930, começaram a ser prescritas mega doses de suplemento, porém, os efeitos não foram os esperados e esse conceito foi esquecido.
Em 1960, Linus Pauling, o pai da medicina ortomolecular, voltou a dar atenção ao tema. Linus Pauling avaliou os dados de um trabalho científico do psiquiatra Abraham Hoffer, que conseguiu diminuir o tempo de internação de esquizofrênicos com o uso de doses elevadas de vitamina B3. Daí, iniciou-se uma série de especulações sobre a ação de megadoses de vitamina nas doenças e sobre a saúde do indivíduo.
Em 1968, baseado nos estudos de Hoffer, Pauling (graças a seu prestígio) publicou na revista Science um artigo chamado “Psiquiatria ortomolecular”, surgindo assim o nome ainda utilizado até hoje e que significa, segundo o próprio Pauling, “molécula certa no lugar certo” (ORTO = certo).
Em 1970 estendeu o conceito ortomolecular a medicina em geral, como sendo moléculas certas em concentrações certas, caracterizando uma abordagem de prevenção e tratamento de doenças e, alcançar a saúde baseada em ações fisiológicas e enzimáticas de nutrientes específicos, como vitaminas, minerais e aminoácidos presentes no organismo.
A medicina ortomolecular passou a ser reconhecida como especialidade médica no Brasil em 2010, quando o Conselho Federal de Medicina, por meio da resolução número 1938/2010, estabeleceu as normas que regulamentam o diagnóstico e os procedimentos terapêuticos da prática.
Método da medicina ortomolecular
A medicina ortomolecular age através da ingestão de alimentos que contenham substâncias essenciais para o nosso corpo. Existem 47 nutrientes essenciais que devem ser