Matriz energética da alemanha
A matriz de energia alemã é composta basicamente de usinas termelétricas de fontes energéticas não renováveis e a geração anual de energia elétrica está na casa dos 650 tw/h.
A economia alemã é grande e desenvolvida, ocupa o quaro lugar no mundo tratando-se do PIB. A politica de energia da Alemanha é a “Energiewende” que significa basicamente “transformação de energia” ela recebe esse nome por motivos de que a Alemanha pretende parar com o uso da energia nuclear até 2022. Acredita-se que o uso de combustíveis fosseis, energia eólica, energia solar, biocombustíveis e a conservação de energia será suficiente para substituir a energia nuclear do país. A Alemanha agora consta os maiores custos de energia da Europa. A principal fonte de eletricidade da Alemanha é o carvão. Energias convencionais
Na Alemanha, 45,5% da eletricidade são geradas por carvão, lignita e hulha, o que representa 629 bilhões de quilowatts/hora. A energia de origem nuclear, se mantem estável, na faixa de 15,8% em 2012. Energias renováveis
Segundo dados do ano de 2012, a Alemanha utiliza 23% de suas energias renováveis, a energia Eólica é a que tem mais participação com 1/3 do total, seguida pela biomassa (26,5%), energia solar (21%) e hidráulica (15%). A participação de fontes renováveis na produção de energia elétrica deverá praticamente dobrar até 2020 (em relação ao final de 2012), passando de 136,2 TWh (tera-watt-hora) para 278 TWh.
Em 2020, a energia eólica deve responder por 50% da matriz elétrica renovável alemã; solar fotovoltaica e biomassa devem contribuir com o mesmo peso (19%), hidráulica com 11% e geotérmica menos de 1% (figura). No final de 2012, a Alemanha acumulou uma capacidade fotovoltaica de 32,4 GWp (giga-watt-pico), o que representa 18 vezes a capacidade de geração eólica brasileira. O setor de energias renováveis é o que gera mais empregos diretos e indiretos, duas vezes mais trabalhadores que no setor de energias convencionais