manisfesto comunista
Richard Rorty foi um filósofo pragmatista estadunidense. A sua principal obra é Filosofia e o Espelho da Natureza. Richard Rorty foi um filósofo que esteve em pé de guerra com a filosofia durante toda a sua vida. Defendia-se contra a pretensão de absoluto do pensamento analítico e renunciou durante décadas, a modo de protesto contra as correntes tradicionais do seu âmbito, a dirigir uma cátedra de filosofia. Disse numa entrevista: "Creio que as histórias tristes sobre padecimentos concretos muitas vezes são um melhor caminho para modificar o comportamento das pessoas que citar regras universais".
Rorty foi aluno da Universidade de Chicago,com apenas 15 anos, e da Universidade de Yale, onde fez o doutoramento. Embora seja acusado de ser um "crente na verdade" desiludido, não é verdade que Rorty tivesse, no início de sua carreira, objetivos metafísicos. Em seu primeiro artigo, a primeira frase já dizia "O pragmatismo está se tornando respeitável novamente" . Sua dissertação doutoral levou o título de "The concept of Potentiality" e seu primeiro livro, "The Linguistic Turn" . Foi influenciado, e ao mesmo tempo se apropriou à sua maneira, dos escritos de John Dewey, e com o notável trabalho feito por filósofos pós-analíticos como Wilfrid Sellars. Rorty fez uma leitura e 'combinação' de todos eles muito original.Os pragmáticos geralmente defendem que a importância de uma idéia deve ser medida pela sua utilidade ou eficácia para lidar com um dado problema. Esta noção remete, especialmente, a William James, que, no seu livro "Pragmatism", estabeleceu que as ideias devem ser consideradas não como válidas em si mesmas mas como "guias para a ação".Nos últimos anos, o 'anti-epistemólogo', que não defendia o fim da filosofia, mas sim da filosofia epistemologicamente centrada, surpreendeu os críticos quando começou a intervir cada vez mais em política. Assim, em 1997 apelou às universidades, num