Lixo espacial
MARIA ROSINEIDE OLIVEIRA DO NASCIMENTO
REVISTA CARTA NA ESCOLA
O PERIGO MORA BEM ACIMA
Santana-AP
2012
MARIA ROSINEIDE OLIVEIRA DO NASCIMENTO
REVISTA CARTA NA ESCOLA
O PERIGO MORA BEM ACIMA
Resenha apresentada à Famat como instrumento de avaliação curricular da disciplina de Língua Portuguesa do curso de Licenciatura em Letras orientador: Antônio Ilson
Santana-AP
2012
BOCZKO, Roberto. O perigo mora bem acima. Revista carta na escola, 50 edição, São Paulo: Confiança, 2010
O resultado do lixo acumulado pela ação humana, não polui somente terra, ar, e oceanos. Os detritos espaciais acumulados em órbita do planeta se tornaram um problema para a vida na terra. Lixo espacial é qualquer objeto lançado no espaço, que não tenha mais utilidade, tais como satélites desativados, fragmentos de satélites ou foguetes. A camada mais poluída por esse lixo está entre 600 e 2 mil km acima do nível do solo terrestre. Esses objetos orbitam a terra a uma velocidade média de 28mil Km/h, o que é suficiente para destruir completamente satélites e naves espaciais com impactos semelhantes a uma bala de fuzil. Milhares desses objetos compõem uma nuvem de lixo espacial ao redor da terra, são produtos do avanço tecnológico como, por exemplo: os satélites que possuem um tempo de vida útil que pode durar uma década e após serem desligado são deixados em órbita tornando-se ferro velho no espaço. Segundo Roberto, nem tudo que foi colocado no espaço permanece em órbita. Esses detritos vão lentamente perdendo altitude e mais cedo ou mais tarde caem na terra (detritos que estão em altitudes baixas caem mais rápidos, em meses, já os mais altos permanecem por décadas). Em 2007 os chineses desenvolveram um satélite que destruiria outros desativados, mas a experiência foi um fracasso: um deles se desintegrou em mais de 2mil pedaços agravando o problema. Mais recentemente em 2009 o satélite da Rússia, Cosmos 2251 que já estava desativado, colidiu com