Literatura colonial
De acordo com um critério histórico e cultural, a literatura brasileira pode ser dividida em duas fases: a colonial e a nacional. Desde a carta de Caminha até os dias atuais, pode-se afirmar que a literatura brasileira acompanhou todos os movimentos literários que se desenrolaram no mundo das letras. Vários autores nacionais e muitas de suas obras alcançaram sucesso internacional.
Literatura de Informação
A literatura informativa, também chamada de literatura dos viajantes ou dos cronistas, consiste em relatórios, documentos e cartas que empenham-se em levantar a fauna, flora e habitantes da nova terra, com o objetivo principal de encontrar riquezas, daí o fato de ser uma literatura meramente descritiva e de pouco valor literário. A Carta a el-rei D. Manuel sobre o achamento do Brasil, popularmente conhecida como Carta de Pero Vaz de Caminha, é o documento no qual Pero Vaz de Caminha registrou as suas impressões sobre a terra que posteriormente viria a ser chamada de Brasil. É o primeiro documento escrito da história do Brasil sendo, portanto, considerado o marco inicial da obra literária no país.
Características
-Baseava-se nos padrões estéticos medievais
Autores Brasileiros
-Pero Vaz de Caminha
-Pero de Magalhães Gândavo
-Bento Teixeira
-José de Anchieta
Arcadismo
O Arcadismo se inicia no início do ano de 1700 e por isso recebe o nome também de Setecentismo, ou ainda neoclassicismo. Esta última denominação surgiu do fato dos autores do período imitarem, não de uma forma pura, mas alguns aspectos da antiguidade greco-romana ou o chamado Classicismo, e também os escritores do Renascimento, os quais vieram logo após a idade clássica. O classicismo compreende a época literária do Renascimento, no qual o homem tem a visão antropocêntrica do mundo, ou seja, o homem como centro de todas as coisas.
Características
Preocupação como o homem natural
Imitação dos antigos
Exaltação da natureza
Racionalismo