Lei 6404/76
Tendências de Longo Prazo, questões metodológicas e evolução recente
Março de 2011
Rubens Sardenberg Economista-chefe
Apresentação ao Senado
ÍNDICE
1.Evolução do Spread Bancário no Longo Prazo 2.Metodologia de Cálculo 3.Recálculo do Spread – pessoa física 4.Recálculo do Spread – pessoa jurídica 5.Recálculo do Spread – consolidado 6.Composição do Spread Bancário 7.Comportamento Recente 8.Considerações Finais
Apresentação ao Senado
ÍNDICE
1.Evolução do Spread Bancário no Longo Prazo 2.Metodologia de Cálculo 3.Recálculo do Spread – pessoa física 4.Recálculo do Spread – pessoa jurídica 5.Recálculo do Spread – consolidado 6.Composição do Spread Bancário 7.Comportamento Recente 8.Considerações Finais
Apresentação ao Senado
1 – Evolução do Spread Bancário no Longo Prazo
Spreads vêm declinando de forma consistente desde 2003, atingindo 22,34% em dezembro de 2007. A elevação a partir de dez/07 deve-se ao aquecimento da economia e depois ao agravamento da crise externa. A normalização dá-se então a partir de 2009.
Evolução do Spread – Consolidado (p.p. ao ano)
34
32 30 28
Tendência de Longo Prazo
Agravamento da Crise Externa
30,7
Normalização do Mercado
26 24
22 20 24,49
25,6
23,5
22,34
Fonte: BACEN
Apresentação ao Senado
1 – Evolução do Spread Bancário no Longo Prazo
Esta tendência é ainda mais acentuada no comportamento dos spreads em operações de pessoas físicas: de 50% em janeiro de 2004 para 31,92% em dezembro de 2007. Depois da alta de 2008, níveis já estão abaixo ao pré-crise.
Evolução do Spread – Pessoa Física (p.p. ao ano)
60 55
50
p.p. a.a.
45 40 35 30 25
Normalização do Mercado
Agravamento da Crise Externa
45,0
Tendência de Longo Prazo
31,92
28,5
Fonte: BACEN
Apresentação ao Senado
1 – Evolução do Spread Bancário no Longo Prazo
Em pessoa jurídica, os spreads também declinaram desde 2003 (de 14,37% em janeiro de 2004 para 11,89% em dezembro de