Larva Migrans
Disciplina: Nutrição Aplicada à Enfermagem
NOME
RA
Larva Migrans
Anhanguera Educacional
2014
Disciplina: Parasitologia
Larva Migrans
Trabalho desenvolvido para a disciplina de Parasitologia apresentado à Anhanguera Educacional como exigência para a matéria de Parasitologia orientação do Professor Diego Fernandes Alarcom.
Anhanguera Educacional
2014
Introdução
Os animais domésticos e silvestres possuem uma série de parasitos, cujas larvas infectantes só são capazes de completar o ciclo quando alcançam seu hospedeiro próprio.
As larvas desses parasitos quando infectam um hospedeiro anormal, inclusive os humanos, podem não ser capazes de evoluir nesse hospedeiro, podendo então realizar migrações através do tecido subcutâneo ou visceral e produzir as síndromes conhecidas como larva Migrans cutânea, larva Migrans visceral e larva Migrans ocular.
Larva Migrans Cutânea (LMC)
Também denominada dermatite serpiginosa e dermatite pruriginosa, apresenta distribuição cosmopolita, porém ocorre com maior frequência nas regiões tropicais e subtropicais.
Os principais agentes etiológicos envolvidos são larvas infectantes de Ancylostoma braziliense e A, caninum, parasitos do intestino delgado de cães e gatos.
As fêmeas destes parasitos realizam a postura de milhares de ovos, que são eliminados diariamente com as fezes dos cães e gatos infectados.
Está não se alimenta e pode sobreviver por varias semanas, os cães e gatos podem se infectar pelas vias oral, cutânea.
Infecções no Ser Humano
As L³ desses ancilostomídeos penetram ativamente na pele do ser humano e migram através do tecido subcutâneo durante semanas ou meses e então morrem.
Sintomas
As partes do corpo atingidas com maior frequência são aquelas que entram em maior contato com o solo: pés, pernas, nadegas, mãos e antebraços e mais raramente boca, lábios e palato.
Diagnóstico
Baseia- se no exame clínico: anamnese, sintomas e