Justificativas para a guarda compatilhada
Existem diversos fatores que devem ser observados na justificativa pra efetivação da guarda compartilhada, um deles relaciona-se com a guarda exclusiva, em que o casal decide por fim a união, e para o menor há um desgaste, uma situação de ansiedade, pois não quer afastar-se de seus pais. Embora com desfazimento da união, o rompimento seja efetivamente entre os pais, o conflito atinge inteiramente ao menor, mesmo que o casal não tenha convivido junto anteriormente. Atribuir a guarda apenas a um guardião, onde o mesmo exerce a guarda material e legal dos filhos, no desenvolvimento da sua educação, no convívio e nas decisões de sua vida, não parece ser justa, pois caberá apenas ao não guardião apenas a função de supervisionar e visitar, seu filho. Durante muito tempo o instituto da guarda exclusiva, foi utilizado, entretanto, com as transformações sofridas pela sociedade, onde se busca uma igualdade entre os cônjuges, já não cabe qualquer tipo de distinção entre os pais, claro que existem critérios a serem observados e há casos que a guarda exclusiva ainda deve ser utilizada, visando à proteção do menor, mais são casos isolados, por ter surgido uma situação que possa prejudicar o menor, pois o ponto fundamental nas decisões que envolvam a guarda deverá sempre será o melhor interesse do menor. Existem situações que justificam o uso do modelo de guarda exclusiva, destaco a morte de um dos cônjuges, a suspensão e destituição do poder familiar, situações relevantes em que esse modelo de guarda se enquadra, sempre observando o melhor interesse do menor. Apesar do modelo se guarda exclusiva ainda ser bastante adotada, existem diversos pontos negativos em sua aplicação. Outro ponto que pretendo destacar é o fato do modelo de guarda exclusiva prejudicar a todos os envolvidos, principalmente o menor, que acaba perdendo o