juridico
Raphaela Silva Alves
Psicologia 2° Período - Faminas - Faculdade de Minas
RESUMO: Este trabalho é fruto de uma revisão sistemática de importantes textos da área no intuito de traçar-mos um recorte geral sobre o campo da psicologia juridica.
Palavras-chave: Psicologia, Direito, Modelo de atuação
Introdução
A Psicologia Jurídica é um dos ramos da Psicologia que vem crescendo cada vez mais nos últimos anos (Leal, 2008)
A aproximação mais latente e com significados mais claros e próximos da atualidade da psicologia com o direito só ocorreu no final do século XIX, fazendo assim surgir o que se denominava “psicologia do testemunho”, onde esta tinha como objetivo principal analisar e verificar, a fidedignidade do relato do sujeito envolvido em um processo jurídico. Os primeiros relatos de psicologia jurídica ocorreram na França, onde médicos foram chamados pelos juízes da época para desvendarem o enigma que certos crimes apresentavam. Eram ações criminosas sem razão aparente e que, também “não partiam de indivíduos que se encaixavam nos quadros clássicos de loucura”. (CARRARA,1998,p.70).
A psicologia jurídica abrange a área da psicologia da forense, e dentro da psicologia forense encontramos a psicologia criminal e a judiciária (Leal, 2008). Atualmente, a Psicologia Jurídica é uma das especialidades emergentes da Psicologia, onde os profissionais desta área atuam há muito tempo. No entanto, suas publicações sobre o tema têm sido muito escasso, principalmente aqueles que abordam o perfil da psicologia jurídica brasileira (França, 2004).
Tem-se como objetivo neste trabalho dar ênfase ao trabalho do psicólogo junto ao judiciário, abordando varias áreas dentro da perspectiva de auxilio ao direito.
Um breve histórico sobre psicologia jurídica
A ideia de que a Psicologia poderia auxiliar o Direito já estava presente desde o século XVIII (COSTA et