JAI
Ferrão, Bibianna.1; Kaufmann, Jaqueline D.2; Brum, Julian M3; Alves, Leandra O.4 Amaral, Tábata L.5; (O)Orientadora
1Departamento de Educação, Universidade Federal de Santa Maria; 2Departamento de Educação, Universidade Federal de Santa Maria; 3Departamento de Educação, Universidade Federal de Santa Maria; 4Departamento de Educação, Universidade Federal de Santa Maria 5Departamento de Educação, Universidade Federal de Santa Maria; 6
PROFE AQUI VAI SEU DEPARTAMENTO Conceituar a identidade é dizer que a mesma não é inata, está em constante modificação, partindo da descoberta, da afirmação cultural em que um certo sujeito se espelha no outro semelhante, criando uma situação de confronto, para PERLIN(1998), a identidade surda sempre está em proximidade, em situação de necessidade com o outro igual. Ao longo do último século, tem sido travado um verdadeiro embate imposto por alguns Surdos ao redor do mundo, devido ao processo histórico da colonização sobre os sujeitos Surdos, no que se refere à medicalização, à normalização, levando à degradação da Língua de Sinais, da Cultura Surda, das Identidades Surdas. A cultura surda é a maneira que o sujeito surdo entende o mundo, a fim de torná-lo acessível e habitável, ajustando-os com as suas percepções visuais, que contribuem para a definição das identidades surdas e das comunidades surdas. Isto significa que abrange a língua, as idéias, as crenças, os costumes e os hábitos do povo surdo. A língua de sinais para os surdos é considerada "natural", adquirida em qualquer idade, constituindo assim, uma identidade surda. Partindo disso, objetivou-se investigar como a identidade, cultura e língua de sinais constitui-se na presença da comunidade surda. Metodologicamente utilizamos a pesquisa bibliográfica, como procedimento de investigação. Com base nisso, compreendemos que a identidade surda é complexa e diversificada, e está relacionada a uma questão