Inteligencia emocional
Q.I é a medida obtida por meio de teses desenvolvidas para avaliar as capacidades cognitivas de um sujeito em comparação ao seu grupo etário. Contribui de 10 a 20% do sucesso da vida e é pouco relevante para diversas áreas da vida.
Teste de Q.I:
Cattel: Cunhou a expressão dos testes mentais e processos sensórios – motores.
Binnet: Com a colaboração de Thedore Simon, criou o primeiro teste psicológico para mensurar habilidades mentais. O teste passou a chamar-se então Binet-Simon.
Terman: Desenvolveu a versão dos testes que se tornou padrão e passou a chamar-se Standford-Binet.
Thordike: Usou o termo “inteligência social” para desenvolver a capacidade de compreender e motivar os outros.
Walter Mischel: Criou o teste do Marshmallow.
Garner: Propôs a inteligência múltipla.
Q.E é inteligência emocional.
A.I.E é a capacidade de monitorar e regular os sentimentos próprios e os de outrar pessoas e de utilizar os sentimentos para guiar pessoas e de utilizar o sentimento para guiar o pensamento e a ação.
Teorias da emoção:
Schachler: Nós seres humanos somos tomados por emoções quando explicamos as causas externas.
Arnold: Apreciação mental do ônus/bônus de uma situação.
Lazatus: Também adotou o conceito de interpretação de uma situação.
Zajanc: Preferências podem ser tomadas sem registro de consciente.
Bargh: Emoções, atitudes, objetivos e intenções podem ocorrer sem a participação da consciência.
Ekman: Propõe uma distinção entre emoções básicas e outros emblemas.
O emprego mais antigo de um conceito similar ao inteligência emocional remonta a Charles Darwin, que em sua obra referiu a importância da expressão emocional para a sobrevivência e adaptação. Embora as definições tradicionais de inteligência enfatizem os aspectos cognitivos, como memória e resolução de problemas, vários pesquisadores de renome no campo da inteligência estão a reconhecer a importância de aspectos não-cognitivos.
Em 1920, o psicometrista Robert