Imunocromatografia
Os testes rápidos, desenvolvidos ao final da década de 80 são muito importantes quando o profissional de saúde precisa realizar medidas imediatas. Além disso, são testes de triagem bastante econômicos por não necessitarem de estrutura laboratorial e pelo fato de sua leitua e interpretação serem feitas a olho nu.
Teste Rápido – Imunocromatografia
Ao final da década de 1980, uma nova estratégia diagnóstica surgiu. Chegaram ao mercado, os testes rápidos. Com o avanço das tecnologias de desenvolvimento e produção, esses testes revelaram-se eficientes na investigação de doenças infectocontagiosas. Desde 2005, a utilização dos testes rápidos permite atender à crescente demanda pelo diagnóstico de agravos relevantes à saúde publica, visto que sua utilização aumenta a agilidade da resposta aos indivíduos e permite seu rápido encaminhamento para assistência médica e início de tratamento. Testes rápidos são, primariamente, recomendados para testagens presenciais. Podem ser feitos com amostra de sangue total obtida por punção venosa ou da polpa digital, ou com amostras de fluido oral. Dependendo do fabricante, podem também ser realizados com soro e (ou) plasma.
A execução dos testes rápidos, habitualmente, é muito simples e a capacitação de pessoal pode ser realizada presencialmente, ou por meio de ensino a distância. São testes cuja execução, leitura e interpretação dos resultados são feitas em, no máximo, 30 minutos. Além disso, são de fácil execução e não necessitam de estrutura laboratorial.
A imunocromatografia é uma técnica que começou a ser desenvolvida nos anos 60, sendo primeiro criada para o estudo das proteínas séricas. Nesses ensaios é utilizada uma matriz de membrana de nitrocelulose ligada a uma tira de acetato transparente. Para detectar antígeno, emprega-se um anticorpo de captura, ligado à matriz e um anticorpo marcado específico ao antígeno pesquisado. Para detectar anticorpo, utiliza-se um antígeno específico ligado à matriz e um