Imperialismo na América Latina
UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA
CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ESTUDOS LATINO - AMERICANOS
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Turma IV - III Etapa – Imperialismo Clássico e o novo imperialismo na América Latina, Luis Suarez Salazar. Grupo: Geanini Hackbardt, Francinaldo Alves e Ludmilla Bandeira
Questão: Descrever os marcos do Imperialismo no Brasil.
Para traçar as característica do imperialismo no Brasil é preciso entender este conceito. Para a Lênin, trata-se de uma fase do capital, tlavez a mais avaçada, na qual o capital dos bancos se funde ao capital das industrial, substituindo a livre concorrencia pelos monopólios, o que gera os seguintes fundamenos econômicos: a concentração da produção e do capital levada à um grau tão elevado que determinam as decisões na vida econômica das nações; a criação da oligarquia financeira; a superioridade da exportação de capitais, sobre a exportação de mercadorias; a formação de associações internacionais monopolistas de capitalistas, que partilham o mundo entre si. Esta partilha do mundo marca a transição da política colonial, regiões ainda não apropriadas por nenhuma potência capitalista passam a ser dominada e ocorre uma reconfiguração na dominação de territórios repartidos anteriormente. Se tomarmos características sociais e culturais da dominação imperial, para além dos fundamento básico econômicos, é possivel entender que configura-se também uma cultura imposta, valores, uma ciência e filosofia cunhada dento do pensamento dominante. São marcantes os traços do imperialismo sobre a realidade brasileira. Seguindo alguns fato históricos, numa pequena linha do tempo é possível perceber que por volta da segunda fase de industrialização do capitalismo o país ainda mantinha o regime de escravidão como solução para a mão de obra. A partir das transformações na economia internacional, ocorre um processo de transformação dos países ainda escravistas,